sexta-feira, setembro 29, 2006
segunda-feira, setembro 04, 2006
748. O Estado português mentiroso. Ou aldrabão?
Determinado cidadão contribuinte fiscal, prenhe de boa fé, apresentou a sua declaração de IRS relativa ao ano de 2005.Recebeu da DGCI, através de consulta online, a informação de que a declaração fora aceite em 21 de Abril de 2006, como se vê do documento que segue, no qual se consigna que o reembolso será emitido até 31 de Agosto de 2006 (deve esclarecer-se que, semelhantemente ao que sempre aconteceu, quando a DGCI diz que será emitido até determinada data, o significado é que, nos casos online, o recebimento efectivo será na data assinalada, ou seja, neste caso, 31 Agosto 2006):
Mas recebeu mais, o tal contribuinte. Recebeu uma declaração detalhada, na qual o Estado - o da sem vergonhice - reitera que o reembolso será emitido até 31 Agosto 2006. Como se pode conferir, mediante click na imagem abaixo:
Ora, como é de boas contas e está habituado a trabalhar com gente cumpridora da sua palavra, o pobre do contribuinte - que casou uma filha em 1 de Setembro passado - assumiu uma série de compromissos que supôs facilmente poder respeitar, sem problemas, uma vez que o reembolso a haver do aldrabão Estado é muito substancial e, vindo a 31 de Agosto, a 1 de Setembro estaria em seu poder, para pagar atempadamente.
E aqui entra a mentira do Estado ou seja o Estado aldrabão. Ou, no melhor dos casos, entra alguém que mente pelo Estado, alguém que leva o Estado a aldrabar o contribuinte sério e cumpridor.
É que o dito Estado, ou quem o representa de forma abusiva, sem honra nem vergonha, não cumpriu ainda - 4 dias que são passados do prazo limite - o compromisso que livremente assumiu. Nem tão pouco apresenta desculpas pelo incumprimento, não sente a necessidade - ao menos de cortesia elementar - de se justificar pelo desrepeito pela palavra dada.
Estado descarado, Estado aldrabão, Estado sem pingo de vergonha no focinho.
E o esforçado e sério, honesto e cumpridor cidadão contribuinte, que paga mensalmente ao Estado verdadeiras fortunas, lá se viu obrigado a contrair um empréstimo para solver os tais compromissos que assumira, de boa fé, esperançado na inexistente boa fé estatal.
Pagou, sim, pois, já que não é caloteiro, não é como o Estado sem vergonha. Mas está duplamente desfalcado. Do dinheiro que o Estado desonradamente lhe deve e daquele que, pelo incumprimento estatal, teve que pedir emprestado para cumprir a palavra que dera, fiado em quem não tem palavra. Mais os juros que terá que pagar religiosamente, pelo crédito pessoal que teve que pedir, pelo facto de o Estado ser arrogantemente caloteiro e malcriado. E sem pingo de vergonha naquela cara de parvo que ostenta.
Miséria a que chegámos, em que o Estado aldraba os contribuintes de forma ainda mais capciosa e miserável do que certos personagens que circulam aí pelas feiras, vendendo mulas purulentas como se de cavalos puro sangue se tratasse.
É este, pois, o estado a que o Estado chegou. Quem é que pode fiar-se em tal Estado de vergonha, sem vergonha?
E se o contribuinte, que é sério, honesto e cumpridor, perante este ranhoso Estado, procedesse de igual forma para com o patifório Estado?
Como dizem os italianos: porca miseria!
Até aqui, todos os anos, o Estado cumpria - ao menos nos reembolsos - aquilo a que se comprommetia. A partir daqui, nem isso! Isto, não obstante ter aumentado substancialmente os proventos que aufere à custa do incauto cidadão.
Miseráveis mesmo... Que andam a gozar à tripa forra com o dinheiro dos honestos e cumpridores cidadãos. Patifes!
É mais honesto - menos reprovável portanto - ir para a estrada, à noite, assaltar viajantes desprevenidos. Pelo menos sempre correria algum risco. Assim, não. É cobardia infame! E desonestidade. Não apenas intelectual!...
......
747. Mas onde a admiração?
Mas, afinal, onde a admiração?Não era o que toda gente de senso comum esperava já que viesse a acontecer?
Admiração poderá haver, sim, se vier a dar-se o caso de mais nenhum distúrbio acontecer.
Como é que alguém em seu perfeito juízo pode pretender que toda a gente nos tribunais goze férias num só mês do ano, Agosto, sem que os tribunais fechem - o que não é admissível - e não surjam trapalhadas destas?
Mas, neste país governado à pantufada, à canelada, à bagunçada, à socratada o que é que se esperaria?
Milagres, não?
A Senhora de Fátima não está para aí virada e, além disso, não consta que vá à bola com tal gente...
E a Senhora de Caravaggio especializou-se em outro tipo de actividades, que também lhe ocupam todo o tempo, diga-se de raspão.
...
terça-feira, agosto 29, 2006
quinta-feira, agosto 24, 2006
segunda-feira, agosto 21, 2006
quinta-feira, agosto 10, 2006
743. " Francisco O. B. Coelho "
Com uma facilidade impressionante, venceu a final dos 200 metros planos dos campeonatos europeus, depois de ter vencido igualmente todas as séries em que participara e... sempre a meio gás.
Fez a marca de 20,01 segundos e fica-se com a certeza de que, se tivesse tido um pouquinho de concorrência, baixaria vários décimos de segundo, talvez mesmo lá para os 19,80 ou 19,70
...
É, pois, actualmente, o bicampeão europeu da especialidade.
Tudo o que ficou dito relativamente aos 200 metros, aplica-se aos 100 metros. Com uma única diferença: em vez dos 9,99 segundos, se tivesse tido a tal pequenina concorrência, certamente que teria chegado aos 9,80 e qualquer coisa.
* * *
Até aqui, tudo bem. A partir daqui... também. Pelo menos, espera-se!
Mas... há sempre um mas que nos tira o enlevo.
É que, Francisco O. B. Coelho, com toda a categoria que tem demonstrado, tem-nos dado imensas alegrias, mas também nos tem tirado algum do consolo que costumávamos receber, por estas ocasiões.
Vejamos:
Então não é que o raio do homem não tem uma quebra, nunca lhe dói um joelho, nunca torce um pé, nunca sofre de um ataque de caspa, nunca bebe por engano uma lata de Isostar que, depois, lhe provoca uns gases malucos (como ao mano Domingos Castro), nunca é atacado por uma tremedeira louca, a 40 metros da meta (como ao Mamede), nunca lhe proíbem que treine, nunca lhe vem o período na pior altura (como...ihihih), nunca lhe faltam os incentivos monetários do Estado (como a quase todos os outros, Carlos Lopes incluído...), nunca o obrigam a correr quando ele não pode (como...ihihih), nunca se mete a dar entrevistas idiotas, nunca, enfim, sofre daqueles imponderáveis que sempre deram aos portugueses de alto gabarito - assim com'a eu, dizia Aurora Cunha, a filósofa.
Porra, não pode ser! Assim não há asshole que aguente! É concorrência desleal, catarino!
O homem não é humano, só pode ser extra-terrestre!, e, pior do que isso, não é português ou, então, trata-se de um português desnaturado, de um sacaninha de um português, daqueles que gostam de deixar lixados todos os veros portugas.
Assim não vale, tás a óbir ó Coelho? Vai mas é lá p'ra tua terra, correr à frente dos leõesõesõeseseses...
Enfim! O homem tem que ser despachado daqui para fora o mais depressa possível. É que, se assim não for, qualquer dia arma-se em parvo, chega aos Jogos Olímpicos e traz de lá as medalhas de ouro dos 100 e 200 metros!... E, depois, não somos apenas nós que ficanos tristes e deprimidos. Então e os americanos? Mal habituados que estão, ainda lhes dá algum fanico. E isso a gente nao quer, pois que o Bush pode ir aos arames e mandar invadir Quadrazais de Cima...
E nós? Que vamos nos fazer? Como é que descalçamos a bota? Vamos ficar muito mal na pelingrafia...
E' isso! O homem só pretende arrasar-nos. Se calhar, algum dos nossos navegadores - dos que passaram lá pela Nigéria e tinham a mania de que aquilo era só romper em frente, fazer descendência em tudo o que aparecia pela proa... - deixou lá aquela semente e veio-se embora, abandonando a mãe do rapaz. E ele, agora, está a vingar-se desta raça maldita!
Temos que nos livrar do gajo, E depressa, antes de que o mal engrosse.
Tal num tá o magano, hein?!
Ruvasa
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* * *
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E, agora, um pouco da história do maledetto desnaturado…
Francis Obirah Obikwelu (Onitsha, 22 Novembro 1978) é um atleta português nascido na Nigéria. É especializado nos 100 e 200 metros. Ganhou a medalha de ouro no Campeonato da Europa de Atletismo de 2002, apesar de ter terminado em 2º, tendo a vitória lhe sido atribuída 4 anos depois face à revelação do uso de doping por parte do vencedor da corrida de 2002, Dwain Chambers.
Venceu os 100m nos campeonatos europeus em 2006 com tempo de 9,99s e os 200m com 20,01s. Ganhou também a prata na prova dos 100m nos Jogos Olímpicos de Verão de 2004, em Atenas. Foi a primeira medalha de sempre para Portugal, em provas rápidas e foi também o record Europeu dos 100m livres com uns impressionantes 9,84s.
Obikwelu radicou-se em Portugal com 16 anos, depois de aí participar no Campeonato do Mundo de Juniores de 1994.
Depois de ser rejeitado pelo Benfica (pois, por quem é que havia de ter sido!...) e pelo Sporting, Francis foi trabalhar para a construção civil no Algarve. Decidiu aprender a língua portuguesa e o seu professor ajudou-o nos contactos com o Belenenses, onde recomeçou a correr. Continuou no entanto a competir pelo seu país de origem.
De acordo com a velocista nigeriana Mercy Nku, que, tal como Obikwelu, reside habitualmente em Lisboa, Obikuelu terá decidido correr por Portugal após ter sido abandonado pelos responsáveis desportivos nigerianos na sequência de uma lesão que sofreu ao representar a Nigéria em Sydney. “Ele teve que ir ao Canadá fazer uma operação ao joelho à sua própria custa” declarou ela em Julho de 2000.
Adquiriu a nacionalidade portuguesa em Outubro de 2001.
A sua história de vida, a sua personalidade e os seus sucessos desportivos tornaram-no uma figura popular no seu país adoptivo.
Actualmente corre pelo SCP.
Em 2004, em Atenas, durante as classificativas, foi um dos atletas mais destacados, terminando duas vezes abaixo dos dez segundos (batendo o recorde de Portugal). Na final, recuperou de uma posição não medalhada na segunda metade da corrida para ganhar a medalha de prata, apenas um centésimo de segundo atrás de Justin Gatlin e um centésimo à frente de Maurice Greene.
Bateu o recorde europeu estabelecido por Linford Christie em 1993.
Acabou em quinto lugar a final dos 200 metros.
Wikipedia
quinta-feira, agosto 03, 2006
741. O esplendor do turismo rural
De tal modo, que não resisto a compartilhá-lo convosco.
Peças destas é obrigatório divulgá-las tanto quanto possível, pois que nada há de melhor para a saúde, particularmente para os casos depressivos, do que um bocado de sol radioso e um cheirinho do bom e vivificante ar do campo.
Quando, porém, não se pode dispor deles, ao menos que nos sejam facultados textos saudáveis como o que segue.
Com um aceno de muita simpatia e agradecimento ao autor desconhecido, por um excelente momento de desopilanço, senhoras e senhores, directamente de Quadrazais de Cima, especialmente para vocências
quarta-feira, agosto 02, 2006
740. Insanity strikes SLB!

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Não, não é a questão do SISTEMA! Essa é outra coisa também… É apenas a do sistema.
Como reflexão: Viva a democracia!
Aquilo, sim, não é uma democracia, que é linda, sim, mas restrita, porque, no fim de contas, apenas um manda; aquilo é a senhora democracia, sim, em todo o seu esplendor, a democracia em que todos mandam e ninguém manda em coisíssima nenhuma. Como deve ser.
Opinião para aqui, opinião para ali, apresentou ele a sua, os capitães as deles também, o Veiga, evidentemente a sua – e a da mulher, a quem no decurso da reunião terá consultado via telemóvel… a da sogra é que não pôde ser, pois tinha saído para comprar umas couves que ia migar para o jantar...
Terminado o meeting (cá para mim mais um melting pot… mas isso são opiniões de quem, além de não perceber nada do assunto, só quer mal ao Benfica, pelo que não conta), o tal engenheiro que não é coxo como alguns apressadamente serão levados a pensar, mas sim coach, o que é bem diferente, terá anunciado
VOU MUDAR O SISTEMA! (disse) Porra! (pensou)
(com pontos de exclamação e tudo... pelo que, agora, sim, a coisa vai, catarino!)
E imagine-se também que até aqui o homem, o coxo – ou coach? - engenheiro falhou! Então não é que toda a gente estava à espera de que ele tirasse (ou os capitães tirassem, ou o Veiga tirasse ou a mulher do Veiga idem, ou até mesmo a dita sogra, que agora estava já a migar as couvitas, portanto mais aliviada das cruzes...) a única conclusão possível de tirar nas actuais circunstâncias? E viria, isso sim, com a abençoada frase
VOU MUDAR-ME DAQUI PARA FORA! (diria)
E já hoje!
Não, o circo não está de volta. Porque no circo podem acontecer muitas coisas estranhas, mas as pessoas – embora por vezes não parecendo – são imputáveis.
O Benfica, porém, está visto, sofre de uma enchente de inimputabilidades várias. Não apenas as que já lá havia – e muitas eram – como ainda as que, entretanto, chegaram. Como o Rui Costa, que não tem culpa de nada e, agora, o engenheiro (que é engenheiro) coxo (que não é coxo, mas coach) que, vem de ver-se, ainda menos.
Pois bem: sabem onde é que ordinariamente se reúnem os inimputáveis, onde é a sua casa de morada, não sabem?
É isso, meus amigos! O Benfica não é mais um circo, como dizia o Artur Jorge. O Benfica está transformado em instituição rival da que tem endereço postal e físico ali mesmo, na Avenida do Brasil, na capital do Império, que já não existe.
Cristo! Por favor, vem depressa cá abaixo… ver isto! Please!, please!, oh, please... Pel'amor de Deus!...
terça-feira, agosto 01, 2006
sábado, julho 29, 2006
738. E quando eu vos dizia...
Com esta generosidade e, acima de tudo, com tal verticalidade pasmante, não há problema, por mais forte, que cause dano à coluna do utente.
quarta-feira, julho 19, 2006
737. E se "Sie" fosse catar-se?
Na verdade, ninguém tem razão para estar surpreso e até nem é muito curial que se indigne.
É que neste - como aliás em muitos outros, mas talvez mais neste... - o Governo estava numa situação muito delicada, para que lhe fosse possível argumentar de forma incisiva e determinante.
Já se pôs a imaginar, caro/a leitor/a, a resposta taxativa e absolutamente impossível de replicar, que receberia o negociador português, quando se atrevesse - se fosse o caso!... - a argumentar com a ilegitimidade e falta de noção dos deveres sociais da Opel, ao proceder ao encerramento dos seus interesses na Azambuja e deslocalização para Zaragozza?
- Mas... está Sie a desfrutar-nos ou é apenas distraído ou lélé da cuca? Então não é isto mesmo que está Sie a fazer em áreas tão sensíveis ou mais do que a nossa, no caso das maternidades? De que superioridade moral - a celebérrima superioridade moral esquerdina - de que legitimidade, enfim, se arroga Sie para vir azucrinar-nos a pachorra? Ora, faça Sie o favor de ir catar-se... Longe, de preferência, já agora.
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terça-feira, julho 18, 2006
736. Lá que gostava, gostava. Muito!
O que melhor mostra que o Governo está a governar bem é a existência de tantas greves e de tantas manifestações.
José Sócrates, o noss'primêro
* * *
Se esta frase tivesse sido proferida por um cidadão vulgaríssimo de Lineu, eu diria já que se tratava de um dito com elevada percentagem de cretinice.
Como foi proferida pelo noss'primêro, a tal não me atrevo. Não por medo das consequências, já que o noss'primêro é homem de convicções profundamente democráticas e estrénuo defensor da livre opinião e respectiva expressão... Apenas por recear ser gratuitamente injusto, já que o noss'primêro sabe sempre o que diz e por que o diz, e, assim sendo, jamais se meteria a dizer coisas com tão elevado grau de cretinice, para mais num debate daqueles, em pleno Hemiciclo, perante os pais da Nação.
Mas que eu gostava que tivesse sido proferida pelo tal cidadão comum, vulgarzito de Lineu, que não tem a preparação intelectual e o gabarito do noss'primêro, lá isso gostava. E muito!
Porquê e para quê? Porque estaria, então, sim, à vontade para dizer, urbi et orbi, que uma tal frase só podia ter sido congeminada pelo bestunto de um rematado cretino.
É que, implicitamente, estaria a reconhecer, em causa própria, que governava não a favor e para o bem do povo português, mas abertamente contra ele.
Dito de outro modo:
o tal cidadão comum, sem gabarito de qualquer espécie, e o povo português que faz greves - e também o que as não faz mas com elas concorda, numa percentagem altíssima, como se sabe - seriam adversários, estando, pois, em campos opostos, quiçá de inimigos irredutíveis.
Há cidadãos comuns, vulgarzitos de Lineu, completamente... olhem, nem sei que deles diga, como classificá-los... Alguém quer dar uma ajuda?
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segunda-feira, julho 10, 2006
735. Platini, o meu herói
Platini é um cavalheiro espectacular.
Vejamos:
1. Era ele ainda jogador, isto em 1984, e, com as suas habilidades histriónicas, lá conseguiu tramar-nos nas meias-finais do Euro, a poucos minutos de vencermos o jogo - recordam-se?
2. Depois, já integrando os maiorais "fifanos", em 2000, lá conseguiu aquele penalty milagroso que nos tramou igualmente;
3. Ainda nas mesmas circunstâncias, nas meias-finais deste mundial, lá conseguiu que o árbitro visse um penalty contra nós, onde toda a gente apenas viu o Henry pisar o pé do R. Carvalho, que estava caído;
4. Depois, lá conseguiu igualmente que o melhor jogador jovem do campeonato fosse escolhido e anunciado "antes", ou seja, "avant" do jogo de disputa do 3º lugar, entre a Alemanha e Portugal;
5. Finalmente, a última aberração: lá conseguiu que, como prémio pelo exemplar comportamento em campo, Zizou recebesse o galardao de melhor jogador do Mundial. Até deviam levantar-lhe uma estátua. Claro que o Matterazzi deve tê-las merecido, mas...
Platini só não conseguiou uma coisa, infelizmente para a França: que os seus colegas "fifanos" lhe permitissem que entrasse em campo e substituísse Trézeguet na marcação da penalidade.
Que galo, hein?!
E assim vai a FIFA!...
Lá, como cá, a Merdaleja é já ali...
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sexta-feira, julho 07, 2006
segunda-feira, julho 03, 2006
sábado, julho 01, 2006
772. Finalmente !
Basta de tanto sofrer!...
Está finalmente de parabéns a tão maltratada imagem externa de Portugal.
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segunda-feira, junho 26, 2006
771. Razões de uma vitória e de uma derrota
e eles perderam porque
sexta-feira, junho 23, 2006
770. Protocolo de Estado e bizantinices…
Não, não estou a referir-me à questão bizantina (por parte do PS), da precedência dos militares nos actos oficiais. O assunto é de índole de tal modo cretina que nem sequer perco tempo com tal treta.
Também não venho criticar o que anda a ser discutido na AR, de forma a que pareça assunto de altíssima prioridade que não possa deixar de ser urgentemente dilucidado pelos nossos cada vez mais preclaros (diria mesmo ínclitos) deputados de uma cana, ou seja a questão dos convites ou não convites à hierarquia católica, para, nessa qualidade, estar presente nos mesmos actos oficiais.
Embora católico – não tão praticante como gostaria de ser, por questão de coerência, diga-se – confesso que o assunto pouco ou nada me incomoda. E atrevo-me mesmo a dizer que nada deveria incomodar a Igreja portuguesa, se atentarmos que essa mesma Igreja – aqui já não apenas a portuguesa, mas a universal – “não deve ser deste mundo, porque o Reino de Deus não o é também”.
Assim sendo, entendo mesmo que, se o Estado – ou alguns de seus conjunturais, mas também relapsos detentores – entendem que a não devem convidar para tais actos, creio que a Igreja portuguesa deverá até agradecer a “deferência”, pois que… a bem dizer, quem é que quer sentar-se ao lado de tais representantes de tal Estado? Só quem não estiver em pleno uso das faculdades mentais que lhe estarão distribuídas pelo Criador ou alguns palermas que jamais algo de valioso praticaram na vida, mas que, não obstante isso, não foram capazes da atitude digna de recusarem uma das comendas que tão abundantemente (que até foram completamente desvalorizadas e algumas certamente que andarão já pela Feira da Ladra, aos pontapés) por aí foram sendo desperdiçadas nos últimos 20 anos, isto é, de 1986 para cá…
– Mas, então, se não é por uma coisa ou outra, por que razão é que apareces tu aqui a “botar” sentenças? – perguntará o leitor que me atura, profundamente intrigado. E com toda a razão, lealmente reconhecerei.
Pois bem, aí vai:
Ao ouvir todas estas discussões bizantinas e que mais se assemelham a tretas de quem mais não tem – ou não sabe – que fazer, e, por isso, resolve andar para aí a “encanar a perna à rã” ou a “engrolar o cidadão”, com menoridades idiotas, lembrei-me de que os nossos iluminados políticos de duas canas (agora já duas, porque vão em crescendo…) deveriam levar a sua impostergável coerência até ao fim – porque de coerência e tomates (isso mesmo, tomates, ou seja, aquilo que os verdadeiros homens têm por condição usar entre as pernas e que lhes faz crescer a barba e pêlos e bíceps e, ao mesmo tempo, lhes engrossa a voz, enquanto os “obriga” a não “cavarem” em retirada perante certas situações mais incómodas, como se não passassem de donzela pudibunda, das que, aliás, já caíram em desuso, haja Deus!) é que a gente precisa nos políticos, a que temos que suportar a mais assustadora das incompetências e a mais acobardante falta de coragem – e, “atirando-se” de cabeça e convicções inabaladas para a separação total da Igreja e do Estado, em coerência, repito, acabar de vez com os feriados constituídos pelos dias santificados da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, que tanto abjuram e de que tanto se envergonham.
É certo que “roubariam” ao mortal português comum cinco feriaditos que tanto jeito fazem. E cinco feriaditos (mais uns tantos dias de pontes, que lá se vão arranjando sempre...), num total de catorze anuais, sempre pesam e retirá-los cria um certo mal estar. Mas seriam coerentes e de coerência é que todo o ser humano mais precisa. Por maioria de razão, os políticos. Aliás, nenhum sacrifício é grande perante, em contraposição, a perda de coerência e verticalidade. Em homens de honra, claro! Mas os nossos políticos por certo que serão homens de honra e de antes quebrar do que torcer, em questão de princípios.
Isto posto, venho humildemente rastejante suplicar aos ínclitos (diria mesmo preclaros e conceituados) políticos de faxina o especial favor de alguma verticalidade e congruência, riscando do calendário oficial (não confessional) de Portugal, os feriados que não se conformam com o digníssimo estatuto do Estado que servem tão desveladamente e até aqui tão ao sabor das meras e hipócritas conveniências conjunturais e desavergonhadas.
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segunda-feira, junho 12, 2006
769. O arrependimento de Pedro
sábado, junho 10, 2006
768. Ao menos nisto!...

Está em curso o Campeonato do Mundo de Futebol, versão 2006.
Já que, no resto, andamos pelas ruas da amargura, ao menos que nisto possamos não fazer feito de todo.
Vamos em frente, Portugal!
.
( at
Até mesmo porque a nossa cota de asneiradas e barracadas, em futebol, para gozo da estrangeirada, está já mais do que esgotada.
sexta-feira, junho 09, 2006
766. Os amigos de Sócrates e a Arrábida
Isto é o que a Secil de José Sócrates anda impunemente a fazer à Serra da Arrábida, que é Parque Natural do país e tem vegetação única no Mundo.
Esta é também a tal pedreira em que, segundo a propaganda dos amigos de José Sócrates, da Secil, têm vindo a reflorestar, afirmando a pés juntos e com cartazes de propaganda capciosa (para ser moderado...), que já plantaram mais de UM MILHÃO de árvores. Milhão mais invisível...
765. Bamos lá, pessoal, qu'é uma preça!...
”Não faz sentido ter um conjunto de cadeias onde o número de guardas prisionais excede o número de reclusos"
* * *
Tô d’acordo, ó sôr ministro, tô d’acordo, pôs atão!
S’os guardas prisionais sam mais q’as mães e os presos menos q’as ditas… tô d’acordo c’o fexo das prisons!
S’as horas de trabalho dos centros de saúde sam mais q’as mães e os doentes menos qu’as ditas… tô d’acordo c’o fexo dos centros… até mesmo às 3 da tarde…
S’os putos qu’nam querem nascer sam mais q’as mães e as parideiras menos qu’as ditas… tô d’acordo c’o fexo das maternidades
S’os putos qu’iram nascer a España seram mais q’as mães e as mães também p’ra lá vão… mailos pais… os tios, os avós, o cão, o gato e o piriquito… tô d’acordo c’o fexo do recenseamento dos portugueses que, esses sim, cada vez mais nascidos lá fora, serão menos q’as mães cá dentro… e, açim çendo, pr’a quê contar os maganos?
S’os processos em juízo sam mais q’as mães e os vêem chegado o dia do julgamento menos qu’as ditas… tô d’acordo c’o fexo dos tribunais
S’os espanholes em Portugal sam mais q’as mães e os portugueses menos qu’as ditas… tô d’acordo c’o fexo do país
S'................ tô d'acordo....
S'................ tô d'acordo....
S'................ tô d'acordo....
S’estes gobernantes sam mais q’as mães e os governados menos qu’as ditas… e com munto menos pachorra pr’ós aturar… tô d’acordo c’o fexo do governo e a eisportassão de tam exçelssos gobernantes para os antípodas dos antípodas.
NB.- Tô também a ficar munto preocupado por tar cada vez mais d'acordo c'o raio do Goberno. Debo tar a ficar lélé da cuca!...
.....
quinta-feira, junho 08, 2006
764. Por favor, segurem Freitas…

Freitas do Amaral continua imparável e, se ninguém o segura, ainda sai dali algo de que todos teremos que nos lamentar.
Imagine-se que, hoje, em declarações em conferência de imprensa, jactou mais esta:
- Nos termos do acordo agora celebrado (e porque só agora e não antes de terem daqui saído os homens, com o que se teria evitado que andassem por lá a ser obrigados a figuras tristes?...), a GNR terá a seu cargo a responsabilidade pela segurança do bairro mais problemático de Dili. Quando as coisas estiverem definitivamente serenadas, então ficará com a responsabilidade de toda a cidade de Dili.
Pensava eu,
pensavas tu,
pensava ele ou ela,
pensávamos nós,
pensáveis vós,
pensavam eles ou elas
que “Quando as coisas estiverem definitivamente serenadas...” a GNR terá a seu cargo tão somente a responsabilidade de regressar a casa de imediato, uma vez que a razão que a Timor levou o contingente terá deixado de existir.
Isto pensarão todas as pessoas de senso comum, desde que com altura suficiente para chegar ao quadro preto das salas de aula do 1º ciclo.
Não o mne…
Apre, que é demais! Não há cavadela que dê que não acabe em estraçalhamento de mais uma minhoca!... Assim, não há "minhocal" que resista!
Que raio de compulsão esta de que parece sofrer o referido senhor, que o obriga a não se calar em circunstância alguma, mesmo quando até ele devia perceber que o melhor será nada acrescentar, para mais não estragar do que já não está em bom estado?
…
quarta-feira, junho 07, 2006
763. Quando a diplomacia é feita sobre o joelho...
Sic Notícias - 2006junho07 - 20.38 horas
Não é nada que não fosse esperado.
Quando a diplomacia é feita sobre o joelho e por amadores, normalmente dá nestas partes gagas e que apenas nos envergonham perante o mundo.
...
Chega de incompetência, senhores!
A GNR vem? Então, façam vocências o especial favor de se irem embora. De preferência para os mesmos antípodas... ou outros mais longe.
O que presuntivamente estão a governar é um país, não uma mercearia...
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sexta-feira, junho 02, 2006
762. Este Freitas... este Freitas...!

Freitas do Amaral, o inefável ministro dos negócios estrangeiros que nos coube em sorte, saíu-se com mais uma de gargalhada... ou de choro convulsivo.
A propósito do enquadramento das forças militarizadas da GNR (120 homens) que seguirão - certamente que hão-de-seguir, nem que seja daqui a 30 anos... - para Timor, afirmou que Portugal se opõe terminantemente a que sejam enquadrados num comando supremo australiano, que já estava previamente negociado entre Timor e a Austrália.
Imagem de homem duro e valente, esta a do ministro; imagem de nação dura e valente, esta que o governo e o seu inefabilíssimo ministro querem dar de Portugal, perante o mundo e os palermas dos australo...pitecos!
Esquecem-se, porém, de que as tropas (tropas e não simples forças militarizadas portuguesas) têm vindo, como aliás outras, a actuar sob o comando de outros exércitos, em vários teatros de guerra, como seja nos Balcãs, em Angola, no Afeganistão, etc... Já actuaram as nossas tropas sob comando italiano e britànico, pelo menos...
Então, por que razão a GNR - simples força militarizada e não força militar - já não pode? Então, parcelas importantes do Exército Português podem ficar submetidas a comando estrangeiro e uns meros 120 homens e mulheres da GNR já não? Porquê, já agora?
E mais: O que quer o inefável Freitas?
Que as forças militarizadas da GNR - que andam há quase quinze dias a dizer que vão, mas nunca mais vão, enquanto os outros, australianos, neozelandeses e malaios já por lá andam a dar o couro ao manifesto (e tanto neozelandeses como malaios, com bem maiores contingentes de tropas regulares e não forças meramente militarizadas) sob um comando único australiano - chegassem, nem sequer vissem e... logo vencessem?
Sim, só faltaria que a exigência fosse a de que, agora que a nossa GNR aqui chegou - uma eternidade após o momento necessário - afastem-se todos quantos por aí andam armados em mandões, que quem vai mandar no pessoal todo são os nossos incomparáveis militarizados. Tenhamos maneiras! Não sejamos ridículos!
Não contentes, porém, com o que já bastava - e sobrava !... - eis senão quando, de novo Freitas - em nome do nosso excelso governo! - reivindica que a GNR fique subordinada a Xanana Gusmão, o presidente, e a Mari Alkatiri, o primeiro-ministro... que são apenas e só os "cabeças" das duas partes em confronto em Timor!
Mas anda tudo grosso ou quê?
Então, sob a alçada de comando militar estrangeiro, como tem acontecido em tantas outras paragens, NUNCA!, mas divididas entre os dois principais contendores actualmente no cenário timorense, tudo bem!? Porquê, já agora também?
Repito: mas anda tudo grosso ou quê? Ou pensam que somos papalvos?
Ora, diga-me lá, senhor ministro das maravilhas diplomáticas:
Se, no auge do conflito, completamente "partidos para a ignorância", o senhor presidente da república de Timor-Leste ordenar à nossa GNR que prenda ou neutralize a acção do seu opositor, ou seja, o senhor primeiro-ministro da mesma República e este, por sua vez, der similar ordem, mas em revidação, a quem vão obedecer os nossos baralhados homens?
E qual, então, o papel dos australianos? E se os australianos e os neozelandeses e os malaios, com contingentes de milhares de homens - que andam já há que tempos a fazer o trabalho que compete aos nosos GNRs e que vão ser postos na ordem... - se chatearem e resolverem fechar os 120 GNRs num campo de concentração, para não atrapalharem o trabalho que já está a ser feito? Que farão então Vossa Excelência e o Excelsíssimo Governo em que se integra ou... dirige, eu sei lá?!
Seja-me desculpada a insistência, mas tenho que voltar à vaca fria:
Mas isto anda mesmo tudo grosso ou quê?
E se, em vez de para Timor enviarmos os GNRs, disponibilizássemos o senhor ministro dos negócios estrangeiros, mais todo o restante governo e bem assim o respectivo chefe, o "nosso primêro", a Xanana e Cª, na condição de lá ficarem com eles, ad aeternum, mesmo para semente? Não seria essa uma medida bem mais ajustada e até... justa?
Ora, vão lá brincar aos governos e diplomacias de treta para longe e desinfestem o país!
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quarta-feira, maio 31, 2006
761. A versão socrática do...
sábado, maio 27, 2006
760. Ainda a propósito da governamental...
- Por que não conferir aos profs a possibilidade de avaliarem, eles também, o desempnho dos pais e encarregados de educação? Assim como os mininos chegassem à escola todos os dias, assim os profs classificariam o desempenho diário dos pais e correlativos. No fim do ano se veria.
Claro que, assim, chegados ao final do ano, profs e pais e correlativos seriam passados de ano ou não, consoante a avaliação obtida.
Última sugestão, também ela no sentido de aperfeiçoar tão excelsa medida da mente governamental:
- Em caso nenhum os crianços seriam reprovados. Os profs poderiam ser ou não; assim mesmo, os pais e correlativos. Os crianços, porém, nunca, jamais! Mesmo que não tivessem trabalhado a pontinha de um corno, e, consequentemente, não soubessem, acerca da matéria dada, sequer a ponteca de um chavelho. Sim, porque os criancinhos, não podem ser traumatizados, coitaditos deles.
E não aparece por aí nenhum pai ou encarregado de educação ou o raio que o parta que avalie esta treta de governo que por aí faz burrada dia sim dia sim, com uma arrogância e uma incompetência de bradar aos céus?...
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