(c) Isabel Valle Santos Julho2001 - Clique na foto, para ampliarsábado, julho 16, 2005
492. Setúbal - uma vista aérea
(c) Isabel Valle Santos Julho2001 - Clique na foto, para ampliarsexta-feira, julho 15, 2005
491. Cidadania em Acção e O Independente de hoje
Acontece que, por casualidade, na sua edição de hoje, o semanário O Independente abordou o mesmo tema.
Por essa razão, embora não quebrando o sigilo a que voluntariamente se obrigou, Cidadania em Acção veio prestar um esclarecimento que, em face das circunstâncias, se impunha.
Dele poderá inteirar-se aqui.
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490. Repouso ao entardecer
489. Reflexão matinal... alheia (21)
quinta-feira, julho 14, 2005
488. Mais um envio e também… um apelo
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quarta-feira, julho 13, 2005
487. Aí está a solução !
Agora que surgiu a notícia de que o Sport Lisboa e Benfica vai vender o nome do seu estádio, parece descoberta a solução milagreira para resolver os problemas económicos e orçamentais portugueses. |
Ponha-se lá à venda o nome do rectângulo, caramba!
Então, se o SLB, que é uma nação imensa, pode vender o nome da sua casa, por razões económicas ou dificuldades de tesouraria, por que diabo é que não pode Portugal, país pequeno e modesto, fazer o mesmo?
Leiloa-se a possibilidade de dar um nome diverso do actual ao poligonal canteiro e, quem mais oferecer, ficará autorizado rebaptizá-lo mais a seu jeito.
Entretanto, aqui ficam pequenas sugestões para o futuro nome:
1. O país do vinho tinto (se em chinês Portugal significa "o país das uvas"… sempre será um pequenino avanço);
2. O país do deficit crónico;
3. O país sem remédio, ou, em toque cosmopolita, “no medicine country”;
4. O país da treta contínua.
Sei lá que mais! As possibilidades são infindas!
Que tal se, em vez de portugueses, passarmos a ser mundialmente célebres e universalmente celebrados como:
a) os amigos do tintol;
b) os crónicos deficitários;
c) no medicine people; ou
d) os tipos das tretas sem fim?
Fabulástico! – como diz, com graça, a Sulista!
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terça-feira, julho 12, 2005
486. "Cidadania em acção" - recebida a 1ª resposta
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485. Cristo na Catedral de Buenos Aires.
segunda-feira, julho 11, 2005
483. Velas arrostando medos na bruma
482. Lijiang e a cultura e tradições Naxi
rua ao amanhecer.jpg
(c) QT Luong / Galleria.com - clique na foto, para ampliar
Acabo de assistir, no canal Odisseia, a um programa acerca da cidade de Lijiang (pronuncia-se lee-zhong), na província chinesa de Yunnan, perto da fronteira tibetana.
Trata-se de uma região de extrema beleza e o programa, debruçando-se sobre os aspectos paisagísticos e sobre o povo Naxi, sua cultura e tradições, é de excelente qualidade.
Fica-nos a vontade imensa de arrancar de imediato para lá.
Uma enorme lição, porém, se retira, de forma mais marcante, de tudo o que se vê e ouve, mesmo do que se intui.
Um povo, qualquer povo, que perca elementos fundamentais da sua cultura, que deixe cair as suas tradições, perderá a sua memória colectiva. Passará a viver apenas no e para o presente. Esquecendo o passado, fica sem referências para o futuro.
A chamada civilização ocidental tem estado a perder esses elementos fundamentais, constitutivos e aglutinadores das comunidades humanas. É um desperdício, um verdadeiro, lamentável e irrecuperável desperdício o que assim vem acontecendo.
O povo Naxi, pelo contrário, continua a manter bem vivo o verdadeiro espírito de auto-preservação.
A razão é sua. Nós estamos profundamente errados.
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domingo, julho 10, 2005
481. Late afternoon thought... (lxxxiv)
para que não acabes impreciso
Ruvasa
sábado, julho 09, 2005
480. Alberto João, a idiossincrasia e a circunstância
Ciclicamente, há um carregamento de palletes de gente que se “horroriza” com os “jardinísticos” discursos, desatando a gritar por aqui d’el rei, que o homem fez e aconteceu e é preciso isto e mais aquilo.
Ciclicamente, fico pasmado com tudo isto. Palavra que fico!
Com tudo e todos, mas não com Alberto João. Apenas com os restantes e o resto.
Toda a gente com um mínimo de conhecimentos e de experiência de vida sabe que pessoas com a idiossincrasia e a circunstância de Alberto João são frequentemente acometidas de irreprimível necessidade de dizer a sua verdade, seja lá como for, dentro das conveniências ou fora delas.
Assim, sendo Alberto João produto da sua própria idiossincrasia, a que se alia a circunstância que o enforma, nenhuma das suas afirmações deveria causar qualquer espanto ou indignação.
São pessoas com a idiossincrasia de Alberto João e mergulhadas na sua circunstância que, por via de regra, dizem aquilo que é a sua verdade, aquilo que é a verdade de muita gente, a verdade, aliás, de quase toda a gente, mas que apenas Alberto João, a sua idiossincrasia e a circunstância envolvente estão "autorizados" a proclamar, ainda que em alta grita e em horários curiosos.
Porquê tanto incómodo?
Só se for pelo facto de a verdade revelada de Alberto João, a que é também a escondida verdade de todos, se revelar demasiadamente incómoda…
Será que, depois deste esforço tamanho, consegui fazer entender o meu ponto de vista?
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479. A vingança dos cafés
Depois, outros valores vieram antepor-se e os coitados dos cafés, foram-se na voragem de tudo transformar em bancos ou suas agências e sucursais… houvesse ou não dinheiro para lá guardar.
Aconteceu em Lisboa, com cafés de grande nomeada, como o “Martinho”, junto do Teatro Nacional D. Maria e tantíssimos outros. Aconteceu em inúmeras outras localidades do País. Foi triste, foi mesmo desolador.
Pois bem, sabem que, pelo menos em Setúbal, os cafés estão a começar a vingar-se… e bem?
Acontece que estão a tomar conta do que antes eram agências de bancos.
A vida é uma nora ou não é? Alcatruz em cima, alcatruz em baixo…
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sexta-feira, julho 08, 2005
quinta-feira, julho 07, 2005
477. Terror em Londres
Através da entrevista a Omar Bakri Mohammed, o sheik autoproclamado Líder do Londonistão e Teórico da Al-Qaeda na Europa, que Nuno Guerreiro transcreve em parte, se compreende a inevitabilidade dos atentados ocorridos esta manhã em Londres.
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Mas não apenas isso...
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476. A estranha sensação do Prof. Justino
Consistia ela no seguinte:
Enquanto cotejo na “net” as imagens de Londres ainda atónita e chocada pelos atentados terroristas, continuo a ouvir pela rádio as acusações banais e mesquinhas do debate entre o Governo e a Oposição.
Eles estão a falar para quem?
Os nossos deputados conseguem associar o silêncio resignado perante o horror ao vazio banalizado do debate político inconsequente.
Que estranha sensação.
Concordando com ele, comentei, então, esse post, como segue:
É, sim, Prof. Justino.
Os nossos políticos conseguem viver completamente fora deste mundo, num cyberespaço irreal, mirabolante, só deles. Só isso explica tantas coisas abstrusas a que por aí vamos assistindo.
Se me permite, mais do que estranha, a sensação é de horror! Tanto autismo não augura seja o que for de bom, de construtivo, que empolgue a sociedade portuguesa. Muito pelo contrário, contém em si um gérmen de incapacidade e, pior, de auto-destruição colectiva.
Talvez seja uma opinião muito pessimista, mas entrevejo apenas uma solução: a da total substituição destes "velhos" políticos, que nada mais são capazes de aprender, nem sequer com os próprios erros - o que é sintomático! - por outra geração que irá cometer muitas burrices, é certo e como é lógico que aconteça, mas que - resta-nos essa esperança - com elas aprenderá.
Porque serão novos. Gente velha, de mentalidade, que não de cronologia, não aprende línguas, nem se reestrutura, pelo que o melhor a fazer será deixá-los ir para a reforma, mesmo que dourada, porque tal situação será menos lesiva dos interesses gerais.
Cumprimentos
Ruben Valle Santos
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Creiam! Por vezes sou assaltado por uma enorme vontade de chorar. Desconsoladamente... E não pode ser. Tenho quase 63 anos de idade, porra!
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474. Quem vai seguir-se?
Bem, nós, como os franceses e os alemães, estaremos safos, com toda a certeza.
Os "apoiantes" destes simpáticos autores de actos tão belos de solidariedade humana que por cá pulularam sempre, livraram-nos de qualquer ameaça.
A cobardia p'ráfrentex é que salvará o Mundo...
Obrigado por isso.
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473. Setúbal, cidade e concelho que todos maltratam
(c) Ruvasa 2000 - Click na imagem, para ampliar A propósito do que escrevi no post A Secil e espertezas saloias, o blogamigo Azurara pôs-me a seguinte questão:
“Isso é assim tão bera? Por vezes vou a Setúbal e a Tróia e não me apercebo”.
Mister é, pois, que lhe responda, o mais esclarecedoramente possível.
É. Infelizmente é, caro Azurara!
Setúbal, é, na verdade, a cidade que todos maltratam. Os de fora e os da casa. Os de fora terão talvez alguma desculpa: não lhes dói. Para os da casa, não há desculpa possível. Cometem autênticos matricídios.
Como se já não nos bastasse apanharmos, por toda a cidade, com os cheiretes sufocantes da Portucel, sempre que o tecto de nuvens está baixo, tiraram-nos o direito a uma avenida - sequer um mísero passeio - marginal, um ponto de reunião de setubalenses, porque o porto que “saiu” de Lisboa - para dar lugar às "Docas" e outros locais de lazer, onde os lisboetas podem aliviar o stress – “foi transferido” PARA DENTRO da cidade de Setúbal, cortando cerce a possibilidade de o inexistente acesso dos setubalenses à sua extraordinária baía pudesse ter algum remédio. Como se não merecêssemos as benesses que a Natureza nos concedeu. E daí… talvez que não mereçamos mesmo.
Antes de vir para cá, vivi em várias terras nascidas na borda d'água. Todas elas viradas para os seus espelhos aquáticos. Água é vida, como se sabe. Tanto material como espiritualmente falando.
Como se esta desgraça não bastasse, temos ainda a Secil a paulatinamente desmantelar a serra da Arrábida, deitando-a abaixo e destruindo um património vegetal, único no mundo, vindo do período jurássico.
E, depois, vêm as acções de marketing, de engana papalvos.
Imagine-se que, há cerca de um ano, a cimenteira afixou cartazes dando a boa nova de que já tinha plantado cerca de um 900 mil de árvores, para compensar o incomensurável estrago que tem vindo a fazer. E que ia continuar, dizia-se no “simpático” cartaz. E, se há um ano era já de cerca de 1 milhão o número de árvores plantadas, agora deve andar pelos dois, sei eu lá, talvez 3 milhões!
Mas só podem ter sido bonzais. Sim, a Secil só pode ter plantado bonzais. E muito bebés. E plantados em grutas muito fundas e ainda mais remotas, bem escondidas de todos.
É que ninguém os viu, ninguém os vê. Presume-se mesmo que ninguém jamais os verá. Um milhão de árvores – mesmo bonzais... e bebés - forçosamente que tem que se ver. E ninguém viu!... Ora, a cidade de Setúbal e o seu concelho não são habitados por 150 mil invisuais, com toda a certeza…
Perdão, ninguém os vê, não será, quiçá, a frase mais adequada. Talvez o "nosso primeiro" tenha visto algum... perdão, alguma... O quê?! Bonzai, claro! Árvore, evidentemente!
Para finalizar, como se tudo isto já não bastasse, querem ainda fazer de Setúbal, das faldas da Arrábida, um forno crematório de detritos de urbes várias. Deus nos valha, Deus nos valha, porque só Ele pode fazê-lo!
Nota: - Talvez que hoje eu esteja um tanto pessimista e amargo. Por norma, sou optimista, mas, desde ontem à noite, altura em que tomei conhecimento de algumas insuspeitadas infelicidades, fiquei – confesso – extremamente desconsolado e descrente da capacidade de os setubalenses darem ao concelho a volta de que ele tanto precisa. Pelos vistos, não há remédio possível para esta tão maltratada cidade, para este tão vilipendiado concelho.
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quarta-feira, julho 06, 2005
472. A Secil e espertezas saloias
Ruvasa (c) 2004 - Click na foto, para ampliarterça-feira, julho 05, 2005
470. Late afternoon thought... (lxxxiii)
segunda-feira, julho 04, 2005
469. Questão pertinente e essencial
A que se deverá a circunstância de determinada sociedade humana apoiar clara e fortemente alguém que se revela trafulha?
Não será pelo facto de essa sociedade ser maioritariamente constituída por gente com mentalidade trafulha?
Não é verdade que a tendência do ser humano vai toda no sentido de estar com os seus pares, com eles se reunir, apoiá-los sem reservas? Não é a defesa do próprio clã uma das características mais assinaláveis do animal Homem?
Por outro lado, onde já se viu sociedade que abomine trafulhices dar o seu apoio incondicional a trafulhas?
Não é mesmo um contra-senso?
Deixo esta questão, pertinente e essencial, a todos, para que meditemos. Com calma e profundidade. Porque meditar e tirar as conclusões mais correctas é bem preciso, neste Portugal de início de milénio.
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468. Enviado novo questionamento
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domingo, julho 03, 2005
sábado, julho 02, 2005
466. A rir a rir... - 02072005
Se falir e nada mais houver para comer, há sempre o recurso ao stock.
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(com aceno de simpatia à Marisa)
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465. A evanescência da grafalha
(bruááá... na sala, até que se faz silêncio)
- Boas tardes, minhas senhoras e meus senhores. Vou agora recitar-vos o meu poema A grafalha, que dedico a todo o respeitável público, aos meus paizinhos e manos, à minha avó que está na terra, aos meus primos que estão na Suiça, ao Senhor Presidente da República, ao Senhor Primeiro Ministro, aos Senhores Ministros, aos Senhores Deputados, aos Senhores Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim e à Banda Filarmónica "Quadrazais Sempre!" de Quadrazais do Meio. Ah! E também dedico ao menino Diniz Maria, um menino muito simpático que, além de ser uma jóia, tem uns pais que eu gostaria que fossem os meus (mãezinha e paizinho não se zanguem, tá bem? Mas é que eles são tão belos e inteligentes!...).
(cof... cof... cof... para aclarar os gorgomilos, pois então!)
A Grafalha
A grafalha
é a falha
de quem não falha.
E se a tralha
o baralha
e atrapalha,
logo ralha
com quem calha
p’ra que a falha
seja gralha…
E não falha!
Que grafalha!
Mas se a falha
que era gralha
insistir em ser só falha
ou a gralha
que era falha
já se espalha,
em limalha,
sai da palha
ou da toalha
e, ora malha,
bem na esgalha,
Deus nos valha!
Solução para tal tralha
só não a tem quem não calha:
É deitar muita poalha
mesmo ali, no “mar da palha”,
que boa gente baralha
E nos safa… Boa malha!
Essa é muito boa esgalha!
Não é assim, ó maralha?
Tirem daqui esta tralha!...
Poemeto de “Mariazinha Pirralha”
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sexta-feira, julho 01, 2005
464. Falha? Não, gralha!
- ...
- Ah, não ?! Então ?!?!
- ...
- Ah, sim ! 6,72% ?!?! Aaaaah!...
- ...
- Mas não será, sei lá...
- ...
- ... de 6,720123456789% ?!
- ...
- Porquê, perguntas tu ?!
- ...
- Para ser mais preciso...
- ...
- Sim, para dar um toque de grande profissionalismo e saber !!!...
- ...
- Mas, diz-me cá...
- ...
- ... então, houve uma falha, não ?!
- ...
- Não ?!?! Não foi uma falha ? Mas que raio foi então ?
- ...
- Uma gralha ?!?!
- ...
- Tá bem... tá certo... Foi, portanto, uma gralha e não uma falha.
- ...
- Claro !
- ...
- Pois... pois... pois... tou a... ver...
- ...
- É verdade ! Lá isso !...
- ...
- O qu'é qu'é verdade ?!
- ...
- No teclado, p's't'á claro !...
- ...
- ... baralharem-se as mãos, caraças !...
- ...
- Pois... e, em vez de se escrever f...alha...
- ...
- ... escrever-se gr...alha...
- ...
- Ok. Tá bem... tá jóia... tá tudo numa nice... Olaré pim... pim... !
- ...
- Não é, portanto, uma falha !
- ...
- Definitivamente, não é uma falha !
- ...
- Felizmente, não é uma falha !
- ...
- Sem dúvida nenhuma, não é uma falha !
- ...
- É, portanto, uma gralha !
- ...
- Definitivamente, é uma gralha !
- ...
- Felizmente, é uma gralha !
- ...
- Sem dúvida nenhuma, é uma gralha !
- ...
- Sim, prontos... Já afiambrei, pá. É uma falha !...
- ...
- Hã ?!
- ...
- Eh, pá ! Não batas mais no ceguinho !... P'l'amor de Deus, homem dum raio !
- ...
- Tá bem, carago! Uma gralha, queria eu dizer !...
- ...
- Pois... tanta conversa baralha...
- ...
- Sim, um homem não é de palha!...
- ...
- Ponto final, caraças ! Acaba lá com a tralha dessa trapalha... digo, trapalhadada...
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Et pourtant, não sendo uma monstruosa falha, mas tão somente uma pequenina gralha... atrapalha, atrapalha, atrapalha...
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Raios parta a sorte ! Tamos gralhidos. O quê ?!?! Outra que não é falha ?!?! Simples gralha ?!?! Mamã !!!!!!!!!!!!!!!!!
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463. Não estávamos mesmo parados...
Como disse no post anterior, não estávamos parados no Cidadania em Acção.
Do que já fizemos, pode tomar conhecimento aqui
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