segunda-feira, março 27, 2006

707. De rir até às lágrimas...

O assunto é sério q.b..

Difícil, porém, é conseguir resistir a uma risada monumental...

Enfim! Mais uma boutade socrática.

Ora, delicie-se!, na "Grande Loja do Queijo Limiano"....

11 comentários:

Sulista disse...

AH AH AH AH....reaalmente...só para rir...2.500 pessoas por dia para 10 funcionários que tb têm que trabalhar no resto das suas funções...até se vão passar!!
AH AH AH....

Beijinho

Ruvasa disse...

É ou não, de gargalhada homérica?

:-0)

Ruben

Daniel Geraldes disse...

Belo reparo.

azurara disse...

Excelentemente observado. Mas os cálculos não estão correctos. É que, ou muito me engano, ou nem todos os 10 funcionários atendem...

Ruvasa disse...

Viva, Azurara!

Claro que não. No entanto, em situações de grande aperto, lá terão que fazer uma perninha.

Abraço

Ruben

BlueShell disse...

Ora então apagou o meu comentário...
incomodou-se foi??? Que pena!
Só me vem dar razão...acredite.

Lamentável a sua postura!
Mas enfim....cada um sabe de si!

Ruvasa disse...

Senhora Isabel!

Sempre que os seus comentários não tiverem um mínimo de dignidade social, pode crer que aqui não terão abrigo.

Se quiser escrever, respeitando esse mínimo, terá o blog à disposição para dizer o que melhor entenda, mesmo que sem fundamentação ou até tratando-se de discursata redondinha, ou seja, sem ponta por onde se lhe pegue, porque cada qual é livre de dizer o que melhor entenda, até ao limite que as insuficiências próprias lhe permitirem.

Mantenha sempre presente, porém, um requisito elementar das relações sociais: na casa de cada qual, cada qual é rei e ninguém tem o direito de abusar. Fazê-lo é revelador de deficiente formação pessoal e social.

Percebeu, não?

Ruben

PortoCroft disse...

Caro Ruben,

Isso é o que acontece no Reino Unido. Todos os desempregados têm que se apresentar, quinzenalmente, com uma lista de contactos efectuados, no sentido de arranjarem trabalho. Se o não fizerem, ou se o funcionário do centro de emprego não se der por satisfeito, perdem o subsídio.

Além disso, essas visitas, permitem aferir das necessidades de formação profissional dos desempregados, e encaminhá-los para os cursos disponíveis.

Aqui funciona. A máquina está montada há muito tempo e, claro há centenas de centros de emprego espalhados pelo país.

Aí... 10 funcionários para 2500 por dia?!... ;)

Abraço.

Ruvasa disse...

Viva, Croft!

Pois o problema está precisamente aí.

Há por cá muito o hábito de copiar o que há lá por fora. O bom e o mau, diga-se. Neste caso até é o bom que se quer copiar.

Acontece, porém, que é também hábito português copiar sem adaptar, ou seja, sem mudar o que deve ser mudado, para que as coisas não dêem para o torto. Que, infelizmente, é o que por norma acontece.

Abraço

Ruben

Eduardo Leal disse...

Ruvasa,

Desculpe não comentar o artigo, mas apenas alguns comentários, neste e noutros blogs.

A mim parece-me, e acredite que me sinto confortável porque não conheço nenhum dos intervenientes nalgumas trocas de mimos, que algumas pessoas passaram das marcas.
Não foi, na minha modestíssima opinião, o seu caso, pelo que o felicito.
Haverá concerteza razões em cada um para os seus comportamentos.
Permita-me que o cumprimente pelo seu, que se mantém dentro do que me parece ser razoável, apesar das circunstâncias.

Politicamente discordamos, muitas das vezes que comentamos artigos, mas isso só me estimula...

Um Abraço,

Ruvasa disse...

Viva, Eduardo!

Não tem nada que desculpar-se.
É bem-vindo, em qualquer ciscunstância.

Quanto às felicitações que amavelmente me dá, aceito-as e agradeço-as, mas deixe-me que lhe diga que não considero merecê-las.

Porquê? Pela simples razão de que não fiz/faço mais do que a minha obrigação. E, quando se cumpre aquilo a que se está obrigado, não há razões para "prémios".

Considero-me - e entendo ter a obrigação de tal - pessoa que observa um mínimo de regras sociais estabelecidas, para que seres humanos vivem na harmonia possível.

Tudo o que se contenha nestes parâmetros, está correcto e não merece referência especial (é como o cidadão que trabalha e dá o litro para que o seu trabalho renda, pois que é para isso que lá está e para isso é pago); tudo, porém, que extravase estes limites, deve ser repudiado. É preciso, contudo, não esquecermos que, por vezes, não é possível aguentar certas situações dentro de padrões aceitáveis de civilidade. Certamente que o Eduardo já passou por situações dessas e a sua reacção não terá sido a melhor, presumo.

Quanto às divergências políticas, elas existem, na verdade. Tal facto, porém, nada tem que ver com educação cívica.

Mas mesmo reconhecendo essas diferenças políticas, sempre lhe digo que eu sou "mesmo" social-democrata filiado e, durante muitos anos, fortemente activo. No entanto, como já se terá apercebido, não sou "emparedado" nem muito menos "antolhado" e corto a direito, à minha maneira, esteja em causa político do meu partido ou de qualquer outro.

Sabe?, cheguei ao ponto de me saturar com todos eles que, ao longo destes 30 anos que já passaram, apenas nos trouxeram ao ponto em que estamos - a cinco lugares do fundo da tabela da UE de 25, e com tendência para continuar a descer vertiginosamente. E não há ninguèm que os chame - aos politiquelhos de treta - à pedra.

Isso é que eu não perdoo. Não perdoo que nos tenham causado todos estes dissabores e vergonhas e desastres e ainda haja quem os apoie acriticamente, completamente enfeudado.

Volte sempre, amigo.

Abraço

Ruben