terça-feira, março 28, 2006

711. Marques Mendes deveria ser...

* mais alto? 0%
* menos baixo? 18%
* nem tão alto nem tão baixo? 0%
* mais obediente ao chefe? 0%
* menos obediente ao chefe? 0%
* mais peripatético? 9%
* menos penteado? 18%
* Nada disso. Está bem assim, catarino! 45%

...
Através desta sondagem extremamente fiável, fica-se a saber que, efectivamente, Marques Mendes deverá, no entendimento dos ilustres votantes, continuar como está, que está bem assim, catarino!
...
Sou levado a concordar com o resultado... Assim como assim, o homem é muito parecido com o "Melhoral". Não faz bem, mas também não faz mal...
...
Ou melhor... Não se sabe se faz bem ou se faz mal...
...
Não existe.
...

8 comentários:

amigona disse...

Achas mesmo que não faz mal?
E não achas que a nossa posição de dedo no ar é que permite que os verdadeiros continuem mesmo?!!!
Fica bem...

amigona disse...

Queria dizer os verdadeiros pesadelos...

Sulista disse...

nem bem nem mal, antes pelo contrário...

como dizes amigo Ruben,
nem se dá por ele :-)

Beijinho

Ruvasa disse...

Viva, amigona!

Algo que pura e simplesmente não existe, como é o caso, realmente não faz bem nem faz mal, antes pelo contrário, como diz a Sulista...

;-)

Quanto à outra parte, à questão dos pesadelos, que mais posso dizer-te?

Talvez isto:

Fartos desta treta de política - políticos - que temos, que apenas nos conduziram a esta triste e vil condição em que estamos, contrariamente à Irlanda, à Espanha e à Grécia, que, aqui há anos, estavam atrás de nós e já nos ganham por goleada, principalmente a Espanha que é já somente a 9ª economia do mundo, três bloguistas - a Sulista, o Terras de Azurara e eu - e um participante nos blogs, o Tira-Nódoas, criámos o movimento "Cidadania em acção", a que aderiram alguns - poucos blogs.

Qual era o nosso propósito? Tentar dar uma sapatada valente no status quo, obrigando os polítiquelhos que temos a agir como requerem os interesses gerais e não apenas os particulares, pessoais e de capelinha.

E encetámos uma luta. Durou pouco. Sabes porquê? Porque, para que as coisas continuassem e fizessem mesmo efeito, necessário se tornava que nos fossem, chegando notícias de práticas erradas e lesivas dos interesses comuns a todos, para que averiguássemos e confrontássemos os implicados com a situação, solicitando-os para um esclarecimento.

Acabámos por concluir que ninguém - dos milhões que reclamam - está interessado em acabar com este estado de coisas. Ninguém - leste bem - ninguém, embora para tal convocado, veio dar-nos notícia fosse de que irregularidade fosse.

Poderás apreciar melhor os nossos propósitos e o que, entretanto, pudémos fazer, em http://cidadaniactiv.blogspot.com/

Perante esta situação, vimo-nos impossibilitados de prosseguir, mesmo poprque chegámos à conclusão de que, sendo necessário um cerrar de fileiras de cidadãos descomprometidos, tais cidadãos não existem ou, a existirem, estão positivamente marimbando-se para o que aconteça.

Pela minha parte, acabei por desistir - até nem vivo mal, por que razão hei-de estar a maçar-me copm quem acha que tudo está bem?... - ao menos por agora, para tentar recomeçar logo veja haver gente que, para além das simples "bocas" que a nada conduzem, está disposta a actuar, pensando em si própria, nos filhos, nos netos, enfim, já que os políticalhos que nos desgovernam cada vez mais nos desprezam olimpicamente pela certeza de que, na hora necessária, lá iremos, em rebanho, depositar o votinho idiota.

O meu, crê, deixaram de levar. Porque sou contra a abstenção e o voto em branco, que é uma cretinice, limito-me a ir às urnas para anular o voto com uma quadra poética mais ou menos humorística.

É isto, amigona. E já não é pouco, não concordas?

Abraço

Ruben

Ruvasa disse...

Viva, Sulista!

Bem posso dizer... mas quem é que me ouve?

Continuam a votar neles...

Beijinho

Ruben

AA disse...

:)

lazuli disse...

Não desistas...

Ruvasa disse...

Viva, Fernanda!

Claro que não. Sempre que houver maneira de pegar-lhes, fá-lo-ei.

Quanto mais não seja, ridicularizando-os, já que "ridendo castigat mores", no caso, bem maus "mores".

No entanto, se as pessoas descontentes - salutarmente descontentes - se unissem em prol do interesse comum, a coisa seria viável e até muito mais fácil.

Beijinho

Ruben