terça-feira, maio 03, 2005

343. Pois é... pois é... N'é?

Eles bem tentam mostrar-se exemplares, mas... foge-lhes a atitude para a verdade!

Pois é... pois é...
N'é?
...

6 comentários:

David disse...

Como podemos ensinar, se não o fazemos?
Essa história do faz o que eu digo e não faças o que eu faço foi chão que já deu uvas.
O exemplo vem de cima.

Cumprimentos

Ruvasa disse...

Viva, David!

Deveria vir... deveria vir... ou, por outra, vem mesmo... o mau exemplo.

cumprimentos iguais

Ruben

BlueShell disse...

Ah...pois é...
LOLOLOL

Esta música fascina-me....prende-me....Lembro-me da série...mas não é por causa da Série...é a mísica mesmo....SEDUZ!!!
Jinho, BShell

azurara disse...

Oi, Ruvasa.
Eu sou daqueles que só cumpre (às vezes) os limites de velocidade por serem "lei".
A limitação da velocidade máxima não se traduziu numa diminuição de acidentes. Isso é uma medida elucidativa da impotência para combater a verdadeira causa do morticínio: a (des)educação!
Azurara

Ruvasa disse...

Viva, BShell!

Aqui há tempos, dizia-me outro blogamigo, salvo erro o Pantera, que a música é viciante.

Também a julgo assim. Mas tenho cá outras, que já cá estiveram. Hei-de metê-las novamente:
. Smoke gets in your eyes - The Platters
. Autunm Leaves - do Nat King Cole, mas esta só em versão instrumental, o que é pena
. e outras.

Beijinho igual

Ruben

Ruvasa disse...

Viva, Azurara!

Eu também tinha o pé pesado. A velocidade de cruzeiro era de 180 ou pouco menos.

Até que, há dois anos, em plena A2, em curva longa, me saltou uma roda. Foram quase 500 metros de chapa a rasar o asfalto. Se não fosse um Passat, não sei, não! Em 40 anos de condução, nunca tivera um acidente...

De então para cá, a velocidade de cruzeiro baixou para 140.

No entanto, sou de opinião de que a velocidade não é a principal causadora - nem de perto - de tantos acidentes. É-o, sim, a incivilidade que reina entre nós (nós, sim, todos nós...) Vê-se por aí cada coisa...

abraço

Ruben