terça-feira, maio 10, 2005

358. Os pequeninos seixos

Transforma cada um dos agravos que na vida recebeste e cada uma das mágoas que te causaram em pequeninos seixos de praia.

Recolhe-os num saco e carrega com ele durante um dia.

Que reacção julgas que terás à noite? A de atirar todos fora, para bem longe e para sempre, não é verdade?

Faz isso, sim. Hoje. Sem falta.


(Inspirado num e-mail recebido da minha boa amiga Lili)
...

10 comentários:

Professor Doutor disse...

Viva, caro Ruben. Boa posta esta... a pedagogia faz sempre falta.

Ricardo disse...

Viva Ruben,

Parece que recebeste um e-mail cheio de sabedoria. Concentrar todos os problemas num seixo e atirá-los fora parece-me uma terapia bem saudável. Vou experimentar. Só espero não apanhar seixos de outras pessoas, hehe

Abraço

Elise disse...

"varrer a mente"... Ou então escrever os problemas num papel, aqueles que sabemos não conseguir resolver, e pô-los dentro de uma caixa. depois vê-se!

Uma boa estratégia de coping!

Ruvasa disse...

Viva, Prof!

É verdade. Eu aligeirei a coisa, porque o email era do tamanho da légua da Póvoa, antes de se ter descoberto o "mac-adam".

abraço

Ruben

Ruvasa disse...

Viva, Ricardo!

Atenção, não cometas um erro.
Se concentrares todos os problemas num seixo, o seu peso... nada te pesará e com eles continuarás.

Terás que transformar cada agravo e cada mágoa num pequeno seixo e, depois, carregá-los num saco.

Só assim ten cansarás deles.~

abraço

Ruben

Ruvasa disse...

Viva, Elise!

Essa é bem outra teoria que, anterior ao estádio da que apontei, também resolve muitas coisas.

Cumprimentos

Ruben

JMTeles da Silva disse...

Obrigado pelo comentário.

Ruvasa disse...

Passei há dias por este sítio. Gostei do que vi.

A surpresa foi agradável por que vieram à memória, de imediato, o estilhaçar de vidros da porta da nossa "casa da supliação" na Zona Macua.Nao esquecendo o sangrar da mão.

Totalmente de acordo com os posts relacionados com as férias e o excesso de garantismo.

Os práticos são indesejáveis. Só interessam como escravos.

Um abraço

Carlos A. Henriques

Ruvasa disse...

Viva, Carlos!

Por onde é que anda? Há tantos anos!... Quase 35, hein?!

abraço

Ruben

Ruvasa disse...

Viva outra vez, Carlos!

Já lhe respondi ao email, mas as respostas vieram para trás, com a indicação de que não tinham sido entregues.

Como V. tem o meu endereço electrónico, entre em contacto outra vez, por favor, Veloso.

abraço

Ruben